“O poder só é efetivado enquanto a palavra e o ato não se divorciam, quando as palavras não são vazias e os atos não são brutais, quando as palavras não são empregadas para velar intenções, mas para revelar realidades, e os atos não são usados para violar e destruir, mas para criar relações e novas realidades.” (ARENDT, Hannah Condição Humana, 2007, p. 212)

Casas Bahia chama funcionária de pangaré e é processada



  O TRT da 15ª região determinou que as Casas Bahia indenize em R$ 10 mil, a título de danos morais, uma trabalhadora chamada de “pangaré” por ocupar os últimos lugares em um placar de vendas.

Além da humilhação de ver seu nome estampado na “lanterna” do ranking, a autora foi punida com o castigo chamado de “boca de caixa”, consistente em limitar a atuação do vendedor aos clientes que iam pagar os carnês. Ainda, a funcionária era obrigada a realizar “vendas casadas”, as quais embutiam a garantia estendida ou complementar e o seguro de proteção financeira no preço da mercadoria.


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